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O Santo do Dia - Santo Antão (17 de janeiro)

(ver anterior, dia 16)

Santo Antão
(17 de Janeiro)
Abade
(festa de 3ª classe - paramentos brancos)

Poucos dias depois de celebrarmos a festa de S. Paulo, o Pai dos anacoretas, prepara-se a Santa Igreja para celebrar a de Sto. Antão, o fundador dos cenobitas. Antão retirou-se ao deserto, com 18 anos de idade, para aí viver como um solitário até à morte. O demónio, para o levar a deixar o ermo, tomava, a fim de o espantar, as formas mais extravagantes e repulsivas. O santo não vacilava. E o exemplo da sua vida, que já se não continha no deserto, começou a trazer-lhe, de longe e de largo, numerosos discípulos que organizou à sua volta, lançando assim, no seio da Igreja, as bases da vida religiosa comunitária. Essa primeira tentativa de vida comum impregnou-a Sto. Antão com o espírito da sua doutrina, larga e profunda, amadurecida na solidão e na prece, a qual ficou sendo, e ainda é, a melhor parte da ascese cristã. Morreu em 356. Sto. Atanásio, que foi seu amigo pessoal, escreveu-lhe a vida, que o tornou conhecido no Oriente.

(continuação, dia 18)

O Santo do Dia - Sto. Hilarião (21 de Outubro)

(ver anterior, dia 20)


Sto. Hilarião
(21 de Outubro)
Abade
(comemoração - paramentos brancos)

Iniciador e organizador da vida monástica na Palestina, Sto. Hilarião foi como Sto. Antão do Egipto, o pai espiritual de inúmeros monges. S. Jerónimo que descobriu Sto. Hilarião quando esteve na Palestina, escreveu a sua biografia. Nascera ao sul de Gaza, na Palestina, e tinha feito os seus estudos em Alexandria; no Egipto conheceu Sto. Antão e quis partilhar da sua vida eremítica, introduzindo depois no seu país este género de vida que se desenvolveu muito rapidamente. Expulso da Palestina pela perseguição de Juliano apóstata, Hilarião percorreu a Sicília, a Dalmácia, e refugiou-se no Chipre, onde morreu em 371, com 80 anos.





No mesmo dia:


Sta. Úrsula e suas Companheiras
(21 de Outubro)
Virgens e mártires
(comemoração - paramentos vermelhos)

A Igreja festeja hoje o martírio dum grupo de virgens imoladas pela Fé no território de Colónia, pelos fins do século III ou princípios do IV. A lenda das 11.000 virgens companheiras de Sta. Úrsula e massacradas na Polónia pelos Hunos, teve grande celebridade na Idade Média.

(continuação, dia 23)